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Posso te confessar uma coisa? Eu sinto sua falta. Mesmo sendo minha opção te tirar da minha vida, e tentar te esquecer. Você me faz muita falta. Apesar de tudo, eu queria que você estivesse aqui comigo.
I Miss You.  (via deasly)❞

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Tenho um pijama amarelo-ovo-corta-tesão cheio de coelhos e cenouras que é duas vezes maior do que eu e tá furado no meio das pernas, mas quero ficar com você. Tenho um outro rosa cheio de estrelas e fadinhas e princesas e varinhas mágicas rosa, todo rosa, todo rosa, mas quero ficar com você. Confesso (e simplifico): tenho uma tara por pijamas com motivos mongolóides pra minha idade, tudo bem, não são só pijamas: meias também. Pensando bem, algumas calcinhas têm bonecas, desenhos, frases, bichinhos e outras esquisitices do tipo agudo e crônico. Mas quero ficar com você. (…) Meu quarto de vez em quando se assemelha a New Orleans pós-Katrina. Minhas gavetas emperram de tanto papel e nem sei mais o que acontece! Meu armário vira zona, se eu abro a porta parece cartola de mágico em começo de carreira: alguma coisa pula sem a menor cerimônia. Mas eu quero ficar com você. Eu surto. Simples desse jeito. Em alguns dias estou dengosa, cheia de amor e gestos tolos de apaixonados tolos e em outros estou comprando, vendendo e distribuindo brigas infantis. Tenho uma tendência desgraçadinha a falar e não dizer. Falo e falo e não digo, não digo. Hã hã. Nã-nã. Não consigo simplificar, tenho que explicar tudo por tudo. Matemática não é o meu forte e de vez em quando eu coloco vírgulas onde não têm. E, por Deus, eu não sei descascar laranja até hoje! Até que eu cozinho direito, mas volta e meia me passo no sal e exagero na pimenta. Tenho um gosto estranho que aprendi com vovó: tricô. Aham, eu faço tricô. Dependendo da noite não tenho saco pra tirar a maquiagem e no outro dia acordo, além de descabelada, com a cara preta de rímel e lápis dormido. Durmo empacotada, cubro a cabeça. Nada de escuro, televisão programada pra desligar às 3:30. Acordei e já ta desligada? Ligo novamente. E programo pra desligar one more time. Tenho nojo de lagartixas e lesmas e sapos e qualquer outro bicho gosmento e melequento, mas eu tiro as havaianas numa boa e dou cacetada em barata até sair a gosminha. Sei trocar lâmpada e tenho dificuldade em abrir potes de palmito, só que eu não desisto. Machuco a mão até conseguir: não é um simples pote que me vence e faz com que eu desista. Sei abrir garrafas de vinho com uma facilidade que até um especialista ficaria de boca aberta. Tenho celulite assumida. Tenho tpm assumida. Tenho mau-humor assumido e avisado. De vez em quando eu sumo. Não atendo telefonemas, digo que não estou pra ninguém, não costumo falar sem vontade. Sou muito cheia das vontades, movida a vontades, além de ter uma obrigação com a verdade (por mais que machuque). Falo sem pensar. Falo pensando, só não falo dormindo. Converso comigo e falo sozinha. Dou sorriso à toa. Falo palavras à toa. Não sou fresca e sento no chão cheio de poeira. Sou fresca e não como pimentão. Adoro amar e tenho medo dos efeitos colaterais do amor. Sou montanha-russa, caos, tormenta, confusão. Escrevo pra viver, pra sonhar, pra imaginar, pra criar, pra inventar, pra sobreviver, pra não engasgar, pra fazer passar, pra me direcionar. Preciso dizer, não mando recado. Preciso de esconderijo, eu sou uma vilã comigo mesma. Sou um sonho bom. Sou o que eu sei e o que eu ainda nem descobri muito bem. Mas eu sou inteira e completa. Sei perdoar e ainda não aprendi a fugir. Quero ficar com você.
Clarissa Corrêa. (via passaro-do-inferno)❞

Amor: é uma palavra com tantos significados, que traz tantas coisas escondidas dentro dela, que traz tantos outros sentimentos junto a ela, que consegue ser a palavra mais entendida e desentendida de todo o mundo. Algo que eu sinceramente não sei, é se “o amor” é realmente só mais um sentimento. Claro que ele não é mais um, é o sentimento, mas será que ele não pode ser outras coisas também, ou de repente ser especificado acima de sentimentos, porquê a grandeza, a beleza, o amor é muito significado. Não podemos simplesmente achar que amamos alguém, ou algo, ou a nós mesmos, é necessário entender que o amor nos traz: saudade, dor, felicidade, sofrimento, realização, ciúmes, possessividade, companheirismo, ou o afastamento, traz o bom, mais também traz o ruim, o amor é tão amável e as vezes tão odiável, é algo divino, é algo inesperado, inexplicável, incomparável… o amor é imortal, amar é o pra sempre, mesmo que acabe, é a dor incurável, é a saudade eterna, é a dor da perda, quando realmente se ama o amor está em tudo isso. O amor não é só estar junto, não é simplesmente dizer que ama, é muito mais do que duas, ou três palavras (amo você e/ou eu te amo) , o amor vai muito além do que esperamos ou imaginamos, enfim, é algo que não podemos explicar, nem mesmo decifrar, e nunca acharemos todos os significados para esse sentimentos, ou não para essa sensação que sentimos, desde o momento em que nascemos.
❝Capitu   (via passaro-do-inferno)❞

O celular tocou, era uma mensagem. O conteúdo era pequeno, dizia apenas “saudades”. Olhei o remetente e sorri de canto, mas não pelo motivo que você está pensando. Meu coração, quase parado lá dentro, sorriu comigo e disse: Que engraçado. Eu nem lembrava mais de você.
Luna, casebre.  (via passaro-do-inferno)❞

Nunca espere demais, da sorte ou dos outros, no fim não há quem não decepcione você.
Charles Bukowski.    (via passaro-do-inferno)❞

Muito prazer, meu nome é otário. Vindo de outros tempos mas sempre no horário, peixe fora d’água, borboletas no aquário. Muito prazer, meu nome é otário, na ponta dos cascos e fora do páreo, puro sangue puxando carroça. Um prazer cada vez mais raro, aerodinâmica num tanque de guerra, vaidades que a terra um dia há de comer. Ás de espadas fora do baralho, grandes negócios, pequeno empresário. Muito prazer, me chamam de otário… Por amor às causas perdidas. Tudo bem… até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento. Tudo bem… seja o que for, seja por amor às causas perdidas. Muito prazer, ao seu dispor, se for por amor às causas perdidas.
Engenheiros do Hawaii, Dom Quixote.   (via passaro-do-inferno)❞

Era visível que não duraria muito tempo. Sabe, essa coisa de conto-de-fadas-cercado-por-amor-verdadeiro. Acredito que chuva cai do céu, mas amor não. Amor não se encontra, se acha. E você está mais para aquela coisa que a gente esbarra quando está perdido. Não como uma pedra no caminho, mas como um muro alto no meio da estrada. Como quem anda distraído pudesse a qualquer momento bater a testa em você - no caso, comigo foi exatamente assim. Como uma rocha que possui raiz, você se mantém firme e forte preso ao chão. Esse é o problema. Eu sou o pássaro que cantarola no mais alto galho de uma árvore que você não enxerga pela simples incapacidade de olhar pro céu. Não há chances de dar certo algo que começa em direções opostas, caminhos opostos e focos opostos. Eu abro os braços pra que você corra pra dentro do meu abraço, mas os seus passos largos estão do outro lado do mundo. Eu fito a lua e você tenta acenar pra mim de Marte. Como um imã que tenta puxar uma maçã, nós dois nunca daremos certo. Não demos, pra ser mais específica. A gente se quis na medida do impossível. Isso foi admirável, de verdade. Mas não foi o suficiente, nunca é. Querer nunca é o bastante. A gente tinha que quebrar a cara pra aceitar algo que já sabíamos. Arriscamos de corpo e alma, isso também foi admirável. Não coloque a culpa no clima, no dia ruim ou no chefe do trabalho, por favor. Sejamos honestos com nós mesmos: o erro foi querer chamar isso de amor. Isso - no caso, nós - não é amor, muito menos história romântica. Não se descabele pelo óbvio, não vamos continuar insistindo em procurar uma peça que não existe. No fundo eu sempre soube que havia algo de muito errado em alguma coisa bem errada em tudo isso. Acho que eu ignorei o meu sexto sentido alertando o tombo porque, de certa forma, eu gostava de você. Por mais ridículo, masoquista e insano que fosse, eu gostava. Agora, você continua no seu emprego, empilhando caixas e mais caixas e levando duas ou três pra cama todas as quartas-feiras, enquanto eu continuo pintando as minhas unhas uma vez ao mês e amarrando o cabelo no alto cabeça. Como dois desconhecidos, como duas vidas normais que jamais fizeram parte uma da outra, como dois alguéns que nunca souberam da existência um do outro. Você continua tendo números de mulheres desconhecidas na sua agenda telefônica e eu sigo colecionando amores errados. O mundo está de volta nos eixos.
❝Capitule (via passaro-do-inferno)❞

fuck-bieber:

ONDE APERTA PRA PARAR DE RIR? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK